cirurgia nos seios

Quais são os tipos de procedimentos de mama mais indicados

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Redondos, fartos, empinados, pequenos: essas são algumas das variantes dos formatos dos seios femininos. Símbolos da feminilidade, muitas vezes podem desencadear alguma angústia ou trauma às mulheres, quando não se enquadram nos padrões da estética que ela deseja para o seu corpo.

Após a amamentação ou com o passar dos anos, os seios ficam flácidos e caídos. Outras vezes, as mamas apresentam tamanhos diferentes, sendo visivelmente uma menor do que a outra. Há casos, ainda, de seios muito pequenos e que não colaboram para realçar o formato curvilíneo do corpo feminino.

Não raro, também, há casos em que não são somente uma questão estética, que é muito importante para o bem estar e saúde mental.  Seios muito grandes podem impactar seriamente a saúde física , causando dores no pescoço, ombros e costas. Sem falar naquelas mulheres que perderam parte ou toda a mama após um tratamento de câncer.

Felizmente, dentro da cirurgia plástica há uma série de procedimentos mamários que são opções corretivas seguras para aumentar, diminuir, levantar e reconstruir, trazendo a beleza, segurança e autoestima às mulheres.

Mamoplastia de aumento

É a técnica cirúrgica para aumentar o tamanho das mamas, com a colocação de prótese de silicone, e é indicada para a mulher que tem seios muito pequenos ou com tamanhos diferentes, ou ainda para aquelas que precisaram retirar a mama ou parte da mama devido ao câncer.

O cirurgião plástico, com a paciente, irá escolher o melhor formato e tamanho da prótese, levando em conta a estrutura física. Entre os formatos, há a gota, mais natural, ou a prótese redonda, de aparência mais artificial.

Os tamanhos também variam. Normalmente são usadas próteses de 200 ml a 400 ml. As próteses de silicone muito grandes podem não ser aconselhadas para mulheres de menor estatura que neste caso podem passar a impressão de que ganharam peso.

Pode-se escolher, também, o perfil, entre baixo, moderado, alto, e super alto, sendo que quanto mais alto, mais projetada para frente fica a mama .

O procedimento pode ser feito a partir dos 15 anos de idade, com autorização dos pais.

Mamoplastia de redução

A cirurgia é indicada para diminuir o volume e o tamanho das mamas, principalmente quando a mulher apresenta o tronco curvado, provocando, além de dores nas costas e no pescoço, alterações na coluna devido ao peso das mamas.

O procedimento cirúrgico também pode ser realizado por questões estéticas, quando a mulher não gosta do tamanho de suas mamas e isso afeta sua autoestima. Muitas vezes, o cirurgião indica que seja feita, em conjunto, uma mastopexia (cirurgia que levanta a mama) para que o resultado final seja mais bonito e harmônico.

A recomendação é que o procedimento seja feito a partir dos 16 anos, quando a mama já está completamente desenvolvida.

Mastopexia

É o nome dado à cirurgia plástica que levanta os seios e o procedimento pode ser seguido ou não por implante de prótese de silicone.

O objetivo é reverter o caimento natural dos seios, a chamada ptose mamária. Com a cirurgia, é reposicionada a aréola e a pele com flacidez, elevando-se as mamas até sua posição original.

A mastopexia sem implante de prótese é recomendada às mulheres com os seios ligeiramente flácidos, mas que não querem aumentar o seu volume. Já a mastopexia com prótese de silicone é indicada para aquelas que, além de desejarem levantar os seios, querem aumentar o seu volume.

Reconstrução

Mulheres que fizeram tratamento de câncer de mama e se submeteram a uma mastectomia podem fazer a cirurgia de reconstrução da mama.

As técnicas para reconstruir a mama dependem da quantidade de tecido removido e de sua localização. As mais indicadas são as que utilizam os próprios tecidos da mama que, com o reposicionamento, preenchem os espaços vazios deixados pela retirada do câncer.

No caso das mulheres que não têm quantidade de tecido suficiente para fazer a reconstrução da mama, uma opção é a prótese de silicone. Porém, é uma técnica recomendada para os casos de mastectomia em que não foi retirada grande quantidade pele.

Estes são os procedimentos mais conhecidos e indicados, mas a mulher nunca deve tomar a decisão sozinha: o acompanhamento médico é essencial para que seja selecionada a melhor técnica, mais indicada para seu organismo e seus propósitos.

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