Cirurgia plástica

Cirurgia plástica na adolescência: qual o impacto para a autoestima?

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Você já conviveu com adolescentes que não tiram o boné da cabeça, para disfarçar as orelhas? Há aqueles que só vestem blusas de frio mesmo fazendo um baita calor, na tentativa de disfarçar as gordurinhas ou os seios grandes… Existem ainda aqueles que sofrem traumas por causa do tamanho do nariz.

Todas as pessoas gostariam de ser valorizadas na sociedade e querem ser amadas, mas os adolescentes têm uma necessidade maior, um real desejo de serem pertencentes ao grupo. O problema começa quando eles próprios não aceitam as diferenças em seus próprios corpos, quando comparados aos dos outros. E então, esse descontentamento pode acarretar impacto emocional, atingindo a autoestima.

Quando o adolescente sofre preconceito devido às suas “particularidades”, ele pode ficar extremamente abatido e, inclusive, desenvolver um quadro depressivo. Esse comportamento pode excluí-lo do convívio social, o que poderá gerar desequilíbrio futuro. 

Existem cirurgias plásticas que podem ser realizadas já na infância, como para orelhas de abano, já outras, como inserção de prótese de silicone, apenas após os 16 anos.

É fundamental que o jovem, em conjunto de sua família, consulte um cirurgião plástico que entenda suas necessidades e o oriente quanto à realização de uma cirurgia, ou, se for o caso, aconselhe o adiamento. Nesta consulta, todas as dúvidas do paciente deverão esclarecidas.

Entre as cirurgias plásticas estéticas mais realizadas entre crianças e adolescentes, estão:

  • Correção orelhas em abano – 6 anos;
  • Colocação de prótese de silicone – 16 anos;
  • Lipoaspiração – geralmente após os 16 anos;
  • Rinoplastia (plástica no nariz) – após 16 anos;
  • Redução das mamas – geralmente após 16 anos.

Não existe uma idade específica para se fazer a primeira cirurgia plástica estética. Cada caso deve ser analisado individualmente e levará em consideração o impacto psicológico da queixa e a maturidade do paciente para entender os benefícios e as limitações do procedimento. Estas são questões muito importantes, assim como a compreensão do problema e o apoio familiar.

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